Crenças negativas
Atenção total ao imediatismo, ao automatismo, especialmente quando negativo. Prestar atenção se estamos sendo compulsivamente reativos no comando de nossas crenças ou da nossa criança emocional ressentida! Essas crenças negativas podem criar um ciclo de pensamento destrutivo e afetar profundamente a qualidade de vida de uma pessoa. É importante reconhecê-las e trabalhar para desafiá-las com a ajuda de terapia, apoio social e autodescoberta para promover uma mentalidade mais saudável e positiva. É importante mapear as crenças negativas e reprograma-las. A arte da reprogramação é um dos propósitos do curador.
Crenças negativas que podem levar uma pessoa à desgraça:
Crença da rejeição:
“Se não gosta de mim, rejeito, odeio”,
“se não for como eu gosto, rejeito”
Essas crenças podem levar a pessoa a romper seus relacionamentos logo que o parceiro começa a se comportar diferentemente de como a pessoa espera e assim com o tempo a pessoa fica sozinha
Crença da condenação do outro:
“Se não estiver comigo, não pode estar com ninguém”.
Esta crença é perigosa e pode levar a pessoa fazer coisas que depois vai se arrepender.
Crença na inevitabilidade do abandono:
“Se alguém me deixar, nunca mais serei capaz de confiar em ninguém.”
Essa crença pode levar ao isolamento e ao medo de se envolver emocionalmente.
Crença na inferioridade:
“Eu sou sempre pior do que os outros, não importa o que faça.”
Essa crença pode resultar em autossabotagem e dificuldade em aceitar elogios ou reconhecimento.
Crença na culpa constante:
“Tudo de ruim que acontece é minha culpa.”
Essa crença pode causar ansiedade crônica e um sentimento constante de responsabilidade por problemas externos.
Crença na necessidade de agradar:
“Eu devo fazer tudo o que os outros querem para ser amado.”
Isso pode levar à falta de assertividade e à exploração por parte de outras pessoas.
Crença na falta de perdão:
“Nunca vou perdoar aquela pessoa pelo que fez.”
Essa crença pode resultar em ressentimento duradouro e prejudicar relacionamentos e saúde mental.
Crença na desvalorização dos próprios sentimentos:
“Meus sentimentos não importam, eu devo apenas me concentrar nos outros.”
Isso pode levar à negação das próprias necessidades emocionais e à exaustão.
Crença na falta de controle total:
“Eu devo controlar todos os aspectos da minha vida para evitar desastres.”
Essa crença pode resultar em ansiedade extrema e perfeccionismo.
Crença na rejeição social constante:
“As pessoas sempre me evitam e não querem estar perto de mim.” Isso pode levar à solidão crônica e a sentimentos de isolamento.
Crença na inevitabilidade do sofrimento:
“A vida é sempre uma luta, e nada de bom vai acontecer comigo.”
Essa crença pode levar à falta de esperança e à falta de motivação para buscar a felicidade.
Crença na incapacidade de mudança:
“Eu sou assim e não posso mudar.”
Essa crença pode impedir o crescimento pessoal e a busca de soluções para os desafios da vida.
te amo
Hector Othon
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